terça-feira, 17 de maio de 2016







Google: abaixo-assinado paralisação temporária da natalidade

 

     

       Sabe-se que o governo-família-indivíduo deve garantir dignidade aos cidadãos. Todavia, a superpopulação apresenta circunstâncias inviabilizadoras, surgindo controles de natalidade a partir das crenças religiosas, “democráticas” e capitalistas. Independente de posições políticas, ideológicas e doutrinárias, o Grupo Fênix propõe uma Paralisação Temporária de Natalidade, idéia baseada nos mais de 7,25 bilhões de humanos, como prioridade social dentro dos Direitos Reprodutivos.

        

       O processo histórico gera documentos como a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, o Estatuto do Idoso, o Novo Código Civil e posturas renovadoras: a Lei das Filipinas/17.01.2013, os contraceptivos, os procedimentos cirúrgicos, as greves femininas de sexo/Togo, os controles de natalidade - Brasil, China, Japão, Índia, Coréia do Sul, a autodeterminação reprodutiva - Hong Kong, Taiwan. Para reestruturar a sociedade, as crianças desamparadas deveriam ser abrigadas pelas instituições. Caso contrário, passaremos a estabelecer um pacto com a desordem dos mais de 7.200.000.000 de humanos, ignorando as teses, os artigos e os programas sobre como regular a fecundação. Conscientizar casais a adotarem filhos, dentro dos parâmetros do cadastro Nacional de Adoção, apresenta-se como saída de relação equilibrada para o coletivo-individual tornar-se viável através da educação formal e sexual dessas crianças nas escolas.

       

         A proposta representa uma diminuição de 160 milhões de pessoas/2015, embora haja o conceito de raça em extinção - Frank Fenner. O Grupo Fênix coloca a catástrofe de 11 bilhões, em 2040, com as poucas medidas para estabilizar o crescimento populacional num quadro de autodeterminação reprodutiva; lança-se, por conseguinte, a proposta inadiável da paralisação supracitada. Solicita-se, pois, que se proceda à assinatura desse manifesto para que possa ser lido em plenário de Câmaras Municipais, Estaduais e Federais bem como do Senado Federal e apresentada ao Ministério da Saúde e a organismos internacionais.

 

 

Obs: Grupo Fênix       -          01/09/2014 

 

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7.000.000.000 de "homo sapiens"
       
  Posturas baseadas no renovar surgem para melhorar nossa qualidade de vida. Torna-se possível desenvolver projetos psicossociais consistentes para começarmos uma historia plausível. Mesmo cientes de termos provocado a crise ética, podemos ousar e processar ideais humanitários que priorizem a dignidade. Ela se tornou indispensável após, por exemplo, a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, em 26/08/1789, base da Declaração Universal dos Direitos Humanos, em 10/12/1948, e da Declaração dos Direitos da Criança, em 20/11/1959 na Assembleia Geral das Nações Unidas. No entanto, para reestruturarmos a atual condição, as crianças sem amparo legal deveriam ser levadas para as sedes das instituições vigentes, laicas ou não, para que, ali, sejam cuidadas devidamente, muito embora o justo fosse que os estimuladores da procriação fossem responsabilizados por 1.000.000.000 de miseráveis e pelos desajustes sociais, ambientais, filosóficos e psicológicos existentes. Caso contrário, estaríamos compactuando com a desordem gerada pela superpopulação de aproximadamente 7.000.000.000 – mais 200.000/dia e/ou 73.000.000/ano ( contabilizadas as mortes ).
          Pensar em “ampliação numérica” de nascituros, quando já estamos com excesso populacional, é atestar uma cretinice singular que dispensa qualquer análise. A ideia de paralisar a natalidade surgiu porque nossa sobrevivência se encontra em um limiar deveras preocupante que bastariam estiagens, chuvas, ventos, frio, calor excessivo, bem como epidemias e grandes guerras, entre outras possibilidades, para nos vermos nas vias de extinção, ainda mais humilhantes que as atuais.
      Parafraseando Schopenhauer, os amantes são traidores por perpetuarem a espécie e, assim, a dor. As famílias e suas crenças religiosas, a decantada democracia e a doutrinação capitalista entrelaçadas geram as histerias históricas e perpetuam as desigualdades pessoais e sociais. Sabe-se que a instituição familiar inviabiliza um equilíbrio social por submeter-se ao individualismo patológico e competitivo pela sobrevivência, a sacrifícios e barbáries a favor da prole, justificando-se, desse modo, a própria vida e a de seu semelhante para perpetuar sua continuidade através dos filhos. Poucos se beneficiam desses embates e formam-se multidões de ressentidos, de reprimidos e de revoltados infiltrados entre os supostamente normais. O que almejamos é que a vida de cada um se revista de dignidade, e, para que isso aconteça com plenitude, faz-se mister que não temamos o novo. Com a contenção da natalidade, não deveremos mais conviver com a fome, a falta de escola e de moradias, ou se convivermos, elas não terão a mesma intensidade.
          Pensar em aumento populacional, neste mundo complexo, problemático e selvagem, significa atestar mediocridade. Porém, com ofertas educacional e profissional adequadas, podemos apresentar projetos com os quais possamos sobreviver com propósito lógico. Indo adiante: a proposta da paralisação da natalidade, sugerida pelo Grupo Fênix, em 1993, para o período de 1996 a 2000, se tivesse sido aproveitada, teria originado uma redução de 250 milhões de indivíduos. Sem novos nascituros, jamais teríamos ultrapassado os 6 bilhões em 2000 e o número teria diminuído para 5,25 bilhões.  Estaríamos, em 2010, com aproximadamente 4,8 bilhões, isto é, 30% ou 2 bilhões a menos de habitantes -  as Américas  e a Europa juntas. Uma das saídas para atenuar tantas mazelas é conscientizar casais a adotarem crianças através do cadastro Nacional de Adoção, que já conta com 29 mil famílias inscritas no Brasil. Segundo a FAO, 17.300/dia crianças morrem por inanição. Por conseguinte, as mesmas poderiam ser adotas antes da ocorrência de tal fato.
      Para estancarmos o enorme crescimento populacional, devemos buscar interromper temporariamente a concepção de vidas; concomitantemente a essa interrupção, estimular pesquisas em todos os setores, visando equilíbrio e benefícios, tanto coletivos quanto individuais. Há dezoito anos que vimos alertando para uma iminente catástrofe mundial, caso nenhuma medida for tomada. Sempre, ao longo desses anos, buscamos  comunicar a vários organismos internacionais sobre a necessidade se tomar medidas para se evitar um mal maior. Para o caso brasileiro, ressaltamos que cuidaremos, sim, das crianças recém-nascidas conforme a Lei nº 8.069/90 de 13/06/1990 - o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Queremos deixar bem claro que essa paralisação supracitada deverá ser posta em prática essencialmente por pessoas conscientes e esclarecidas para que todos a internalizem como necessária, haja vista que, há muito, já se tornou indispensável. Nossas ideias parecem radicais a muitos; entretanto, haveria outra(s) para melhor preencher este vácuo?   

 Obs: Manifesto do Grupo Fênix,       11 / 11 / 2011        grupofenix50@hotmail.com ,  para:          Tribunal Penal Internacional,  Corte Penal Internacional, Estatuto de Roma, OAB, ONU, FNUAP, PNUD, UNICEF, UNIFEM, FAO, UNESCO, OMS, OMM, BM, BID, FMI, BNDES, IBAMA, FUNAI, SSP, IPEA, IBGE, CEDCA, ECA, Congresso Nacional, Ministros, Senadores, Embaixadores, Presidentes de Nações, Greenpeace, WWF, Transparência Brasil, ONGS, Universidade, Partidos Políticos, Congregações Religiosas e outros para tornarmos a vida satisfatória e, conseqüentemente, digna.             www.grupofenix50.blogspot.com                                                                                                  
 
                      
 

 

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