segunda-feira, 22 de agosto de 2016


                             
EXISTÊNCIA ILÓGICA

 


 Acordo... Sondando o espelho: existo !

Nascer, perder a zona de conforto e morrer.

Existir ignorando o por quê, o por quem,

                       o até quando. “Nada” sabemos; que vida, hem ?


Nascemos. Tudo ilógico na ciranda vida-morte.

Situações de risco testam-nos... Poupam-nos!

Vivos estamos entre tantos já “desaparecidos”.

Alguns sem nascer; outros sem sobreviver.


Desconhecemos os porquês do existir-morrer.

Faz-se misterioso no confronto com a vida.

Porém, prosseguimos sem medos absurdos ...

De mais a mais, resolve?  É o nada do nada !


Acreditamos no totalmente ilógico.

Desespero pelos mistérios, por coragens tolas.

Sobre o rondar da morte, quedamo-nos pensativos.

Inutilidade, mediocridade, insatisfação excessivas.

  

 Trilhões de vidas surgindo diariamente.

Aparecem tão naturalidade quanto desaparecem.

“Incompreendemos” o “germinar” e também o “fenecer” .

Sem lógica no caos estabelecido ou na lógica do caos ?

  

              Sustos num crescendo: pode-se morrer repentinamente.

A eterna indagação: “E nós? Quando será aquele dia ou momento?”

O tempo escoa-se e nossa hora torna-se iminente.

Logo chega, como a de todos. Desligamo-nos da vida ...

                             
                                   www.grupofenix50.blogspot.com


       Dignidade

Percebendo a rotação e a translação 
às quais estamos submetidos,
logo, logo agimos como seres tontos. 
Em zonzo absurdo transformou-se a história !

Comandados por 0,1 % de magnatas...
Amedrontados por 0,1 % de marginais...
Perpetua-se a imigração por guerra...
A população acima de sete bilhões. A pensar!

Temos cometido grandes erros históricos.
Corajosamente,  faremos um mundo melhor.
Há obras grandiosas ao ousarmos engendrá-las. 
Queremos direitos igualitários e libertários...

Democracia e socialismo são utopias !
Quando alcançarmos a consciência cidadã,
dispensaremos qualquer forma governamental. 
Se conseguimos agir positivamente, devemos tentar.

Entre a "granja" e a "selva", buscamos a união lógica.
Para vidas satisfatórias, precisamos de um laço entre:
o capitalismo e o comunismo, a "democracia" e o socialismo. 
Sabemos serem eles bárbaros ou utópicos respectivamente...

O crescimento populacional desanda nos sacrifícios familiares. 
Após inúmeros problemas, "gestar" a população torna-se estupidez.
Frente às repetidas atrocidades humanas fazendo-se ao largo hostil,
o bom senso significa o merecido equilíbrio há tempos esperado.





 Prioridades 


Escolher: preso em granja, liberado em selva ou ... ?
Comandados por tais e quais ditadores atuais !
A democracia transformou-se em arena humana.
Nem cogito imaginar quanto ao massificar socialista.

Nas ditaduras: religiões proibidas, banidas.
Vive-se escravizado como se em granja fosse.
Incorporado no capitalismo – o puro misticismo.
Selva asfáltica, reinado do mais forte, do oportunista.

Secularidade na trilha desumana permanente.
Difícil fica imaginar um quê do belo equilíbrio
na minúscula historicidade sem prioridade lógica.
Imigração e terror constatam o existir desplanejado.

As instituições responsáveis pelo bem geral
mais parecem só pensar  em ter, ter e ter,
chegando às raias da destruição ambiental.
A insegurança-individualidade barra a satisfação.

Sair do reforço negativo e desaguar na resiliência,
gerando harmonia e discernimento sem imediatismo.
Apontar os incríveis benefícios acolhedores - gerados
pela união - voltados para o bem maior de todo ser...
                     
Sacrifícios em demasia pelos filhos...
Tal animalidade abarca o mal maior.
Algo patológico a pairar nos ares faz pensar.
A reprodução mostra-se cruel e irresponsável ...

Sem  profilaxias  na  busca   da   sonhada segurança.
Quem importa-se com o outro no bem-estar social ?
O que dizer sobre a  irresponsabilidade  familiar ?
Ainda chamam de - “sagrada” - a família.

Secularidade na trilha desumana permanente.
Difícil fica imaginar um quê do belo equilíbrio
na minúscula historicidade sem prioridade lógica.
Imigração e terror constatam o existir desplanejado.


Socialmente, continuamos na pré-história.
                                 Devemos encontrar o equilíbrio do porvir.
                              Com a Carta Magna chega-se a um equilíbrio.
                            Força resta no contraditório, no finito ...

                        grupofenix50@hotmail.com





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