quinta-feira, 22 de fevereiro de 2024




A HUMANIDADE EM CRISE ( 1993 )

Esse manifesto vem divulgar as ideias  do livro, A Humanidade em Crise, que está em fase de acabamento. Devido às dimensões da obra e dos seus objetivos almejados, a sua conclusão não pode ser efetivada, por enquanto. Então, ocorreu-nos a ideia do manifesto, o qual espera-se seja conhecido por todo o povo.
O  livro está sendo escrito há três anos. Nele, estabeleceu-se a data de 1.996 ao ano 2.000 para uma paralisação da natalidade. Assim, as crianças que nascerem a partir de outubro de 1.995, deverão ser frutos do individualismo de seus genitores. Quem optar por ter filhos nesse tempo estará ignorando uma sugestão humanitária e deverá ser alertado para as consequências funestas de sua atitude, bem como tentar fazer uma revisão de seus valores para que não sofra futuramente com os males advindos da sua decisão. 
Vivemos tão preocupados com a nossa sobrevivência que não encontramos espaços ou condições para realizar um solidariedade cosmopolita, que deveria existir para nosso próprio benefício.
Paralisando a natalidade teríamos uma diminuição de cerca de 300 milhões de indivíduos. A mortalidade diminuiria, pois grande parte das pessoas sucumbe por falta de assistência médica, por fome e muitas outras causas. Poderíamos, porém, contornar tudo isso com esforços de solidariedade, buscando consequências benéficas advindas de uma paralisação de nossa natalidade. Pois, em vez de ultrapassarmos os 6 bilhões previstos, diminuiríamos para 5,3 bilhões ( Hoje ( 2.024 ) seríamos uns 4 bilhões ). Com essa diminuição e com o trabalho que poderíamos dispensar para o nosso bem-estar, teríamos condições para sobreviver melhor.
De uma média de mais de seis filhos, reduzimo-la para dois, atualmente tendendo para um, mas apesar dessa tendência mínima, continua a ocorrer um aumento populacional. Nossos problemas não têm soluções simples ou preestabelecidas. Se até hoje, pouco conseguimos socialmente, não devemos nos iludir, apenas, com esperanças de dias melhores. Paralisando a natalidade e havendo uma mobilização social, rumo à solidariedade, novas e melhores perspectivas poderão aparecer para a maioria.
A vida e a morte dos homens que lutaram pela melhoria de nossa qualidade de vida demonstram a ineficiência das estratégias usadas por eles, por que ainda sobrevivemos precariamente. . Bäumler afirmou que somente com Nietsche a Idade Média havia terminado, no entanto, ela está enraizada e entroncada na humanidade. O medievalismo é como uma doença congênita. Nossa situação não se resolverá através de medidas paliativas e inconsequentes.
Com o surgimento dos anticoncepcionais vimos que a família é facultativa. Uma opção conjugal, às vezes pessoal, que se torna cada vez mais problemática. Todavia, nossa "evolução" ainda não nos inspirou outra opção de vida a não ser essa tentativa de imortalidade ou de fuga da mortalidade.
Para que haja esperança de um mundo melhor teríamos que, em todo o planeta, deixarmos de nos reproduzir. Uma conscientização geral e fundamentada em objetivo bem definido nos direcionaria a um ideal humanitário, proporcionando assim maior aceitação dessa proposta. Desse modo, poderíamos ter esperanças de que as crianças de hoje se conscientizariam para decidir, quando adultas, o que fazer desse mundo.
Nosso egoísmo se tornou ilimitado, a solidariedade ilusória, a competitividade glorificada. Sobrevivemos no cipoal capitalista-familiar onde reina o individualismo, uns lutando contra os outros. A hipocrisia e a desonestidade  se generalizaram. Se mal sobrevivemos temos que procurar as causas de nossos problemas e tentar melhorar nossa situação. Sobreviver razoavelmente ou nos extinguirmos. 
A exploração, a prostituição, a fome e o descontentamento infantis, deveriam ser causas suficientes para evitarmos nossa reprodução. A luta pela sobrevivência se intensifica assim como o desespero. Se teremos que parar de nos reproduzir ou manter um número estável de habitantes em alguma datas, essa pode ser agora. O que fazer ? Que ação prática pode ser tomada ? Se não conseguimos melhorar a qualidade de vida, por quê e para quê reproduzirmo-nos ? Já estamos perto do caus, portanto, esperar mais o quê ? 
A complexidade da natureza e a alta tecnologia em contraposição com as desigualdades sociais são provas concretas do absurdo de nossa existência. Lutamos para encontrar refúgios para o nosso nada. Viver é lutar para sobreviver, muito embora , vivamos sem saber por quê, nem para quê e nem até quando. Se não somos alienados nos comportamos como tal; não entendemos a vida, não temos convicção de outra, após a morte. A única coisa de que temos certeza  é da inexorável efemeridade.
Maquiavel referiu-se à revolução nos seguintes termos: " Não existe nada mais difícil de realizar, mais perigoso de conduzir ou mais incerto em seu sucesso do que assumir a liderança de uma nova ordem das coisas." Pensou bem para sua época, entretanto, não somos mais tão selvagens como naquele tempo. Não precisamos mais de guerras para sobreviver; elas e a fome persistem e satisfazem nossa animalidade. 
 Temos alta tecnologia, bons medicamentos, meios eficientes de telecomunicação, transportes práticos, entre outras melhorias que não eram sequer imaginadas. O planeta Terra, apesar da poluição, ainda produz bons produtos e alimentos, como nunca produziu antes. Se visarmos o mínimo necessário e o bem-estar geral para a maioria, poderemos viver melhor e em paz. O líder de uma revolução seria pois a razão .
No século XIX, Comte ela elaborou uma teoria para explicar o advento da sociedade industrial que deveria ser regulada moralmente pelos cientistas, os " sacerdotes do mundo moderno. A ordem tradicional, de caráter científico e industrial. Para a compreensão da ordem social que se cristaliza em meio a conflitos de toda natureza, Comte insistia na necessidade de seguir o modelo das Ciências Naturais, tratando a sociedade como um organismo vivo, onde seriam empregados métodos empíricos com o fim da superação desse estado caótico.
À medida que continue persistindo essa distribuição de renda, elitista e concentradora, à medida que esse modelo econômico-familiar não mude, inevitavelmente, estaremos gerando mais miséria. Com o que já gastamos e continuamos a gastar com banalidades, transformados em trabalhos para um mundo melhor daria para fazermos dele um espaço cósmico instantaneamente viável. Implantaríamos assim o cosmopolitismo.

Deveríamos usar projetos para resolver os problemas sociais e ambientais, não apenas, práticos, rápidos e com baixos custos, mas eficientes e naturais. Se até hoje pouco conseguimos, não devemos nos iludir com esperanças de dias melhores. Paralisando a natalidade e havendo uma mobilização social, novas e melhores perspectivas poderão aparecer para a maioria.




 7.000.000.000 de "homo sapiens"

 

       Posturas baseadas no renovar surgem para melhorar nossa qualidade de vida. Torna-se possível desenvolver projetos psicossociais consistentes para começarmos uma historia plausível. Mesmo cientes de termos provocado a crise ética, podemos ousar e processar ideais humanitários que priorizem a dignidade. Ela se tornou indispensável após, por exemplo, a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, em 26/08/1789, base da Declaração Universal dos Direitos Humanos, em 10/12/1948, e da Declaração dos Direitos da Criança, em 20/11/1959 na Assembleia Geral das Nações Unidas. No entanto, para reestruturarmos a atual condição, as crianças sem amparo legal deveriam ser levadas para as sedes das instituições vigentes, laicas ou não, para que, ali, sejam cuidadas devidamente, muito embora o justo fosse que os estimuladores da procriação fossem responsabilizados por 1.000.000.000 de miseráveis e pelos desajustes sociais, ambientais, filosóficos e psicológicos existentes. Caso contrário, estaríamos compactuando com a desordem gerada pela superpopulação de aproximadamente 7.000.000.000 – mais 200.000/dia e/ou 73.000.000/ano ( contabilizadas as mortes).

Pensar em “ampliação numérica” de nascituros, quando já estamos com excesso populacional, é atestar uma cretinice singular que dispensa qualquer análise. A ideia de paralisar a natalidade surgiu porque nossa sobrevivência se encontra em um limiar deveras preocupante que bastariam estiagens, chuvas, ventos, frio, calor excessivo, bem como epidemias e grandes guerras, entre outras possibilidades, para nos vermos nas vias de extinção, ainda mais humilhantes que as atuais.

Parafraseando Schopenhauer, os amantes são traidores por perpetuarem a espécie e, assim, a dor. As famílias e suas crenças religiosas, a decantada democracia e a doutrinação capitalista entrelaçadas geram as histerias históricas e perpetuam as desigualdades pessoais e sociais. Sabe-se que a instituição familiar inviabiliza um equilíbrio social por submeter-se ao individualismo patológico e competitivo pela sobrevivência, a sacrifícios e barbáries a favor da prole, justificando-se, desse modo, a própria vida e a de seu semelhante para perpetuar sua continuidade através dos filhos. Poucos se beneficiam desses embates e formam-se multidões de ressentidos, de reprimidos e de revoltados infiltrados entre os supostamente normais. O que almejamos é que a vida de cada um se revista de dignidade, e, para que isso aconteça com plenitude, faz-se mister que não temamos o novo. Com a contenção da natalidade, não deveremos mais conviver com a fome, a falta de escola e de moradias, ou se convivermos, elas não terão a mesma intensidade.

Pensar em aumento populacional, neste mundo complexo, problemático e selvagem, significa atestar mediocridade. Porém, com ofertas educacional e profissional adequadas, podemos apresentar projetos com os quais possamos sobreviver com propósito lógico. Indo adiante: a proposta da paralisação da natalidade, sugerida pelo Grupo Fênix, em 1993, para o período de 1996 a 2000, se tivesse sido aproveitada, teria originado uma redução de 250 milhões de indivíduos. Sem novos nascituros, jamais teríamos ultrapassado os 6 bilhões em 2000 e o número teria diminuído para 5,25 bilhões.  Estaríamos, em 2010, com aproximadamente 4,8 bilhões, isto é, 30% ou 2 bilhões a menos de habitantes -  as Américas  e a Europa juntas. Uma das saídas para atenuar tantas mazelas é conscientizar casais a adotarem crianças através do cadastro Nacional de Adoção, que já conta com 29 mil famílias inscritas no Brasil. Segundo a FAO, 17.300/dia crianças morrem por inanição. Por conseguinte, as mesmas poderiam ser adotas antes da ocorrência de tal fato.

Para estancarmos o enorme crescimento populacional, devemos buscar interromper temporariamente a concepção de vidas; concomitantemente a essa interrupção, estimular pesquisas em todos os setores, visando equilíbrio e benefícios, tanto coletivos quanto individuais. Há dezoito anos que vimos alertando para uma iminente catástrofe mundial, caso nenhuma medida for tomada. Sempre, ao longo desses anos, buscamos  comunicar a vários organismos internacionais sobre a necessidade se tomar medidas para se evitar um mal maior. Para o caso brasileiro, ressaltamos que cuidaremos, sim, das crianças recém-nascidas conforme a Lei nº 8.069/90 de 13/06/1990 - o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Queremos deixar bem claro que essa paralisação supracitada deverá ser posta em prática essencialmente por pessoas conscientes e esclarecidas para que todos a internalizem como necessária, haja vista que, há muito, já se tornou indispensável. Nossas ideias parecem radicais a muitos; entretanto, haveria outra(s) para melhor preencher este vácuo? 
  

 Obs: Manifesto do Grupo Fênix, 11/11/2011        grupofenix50@hotmail.com ,  para:          Tribunal Penal Internacional,  Corte Penal Internacional, Estatuto de Roma, OAB, ONU, FNUAP, PNUD, UNICEF, UNIFEM, FAO, UNESCO, OMS, OMM, BM, BID, FMI, BNDES, IBAMA, FUNAI, SSP, IPEA, IBGE, CEDCA, ECA, Congresso Nacional, Ministros, Senadores, Embaixadores, Presidentes de Nações, Greenpeace, WWF, Transparência Brasil, ONGS, Universidade, Partidos Políticos, Congregações Religiosas e outros para tornarmos a vida satisfatória e, consequentemente, digna.            
serrlim709@gmail.com

Google: abaixo-assinado paralisação temporária da natalidade



Sabe-se que o governo-família-indivíduo deve garantir dignidade aos cidadãos. Todavia, a superpopulação apresenta circunstâncias inviabilizadoras, surgindo controles de natalidade a partir das crenças religiosas, “democráticas” e capitalistas. Independente de posições políticas, ideológicas e doutrinárias, o Grupo Fênix propõe uma Paralisação Temporária de Natalidade, idéia baseada nos mais de 7,25 bilhões de humanos, como prioridade social dentro dos Direitos Reprodutivos.


O processo histórico gera documentos como a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, o Estatuto do Idoso, o Novo Código Civil e posturas renovadoras: a Lei das Filipinas/17.01.2013, os contraceptivos, os procedimentos cirúrgicos, as greves femininas de sexo/Togo, os controles de natalidade - Brasil, China, Japão, Índia, Coréia do Sul, a autodeterminação reprodutiva - Hong Kong, Taiwan. Para reestruturar a sociedade, as crianças desamparadas deveriam ser abrigadas pelas instituições. Caso contrário, passaremos a estabelecer um pacto com a desordem dos mais de 7.200.000.000 de humanos, ignorando as teses, os artigos e os programas sobre como regular a fecundação. Conscientizar casais a adotarem filhos, dentro dos parâmetros do cadastro Nacional de Adoção, apresenta-se como saída de relação equilibrada para o coletivo-individual tornar-se viável através da educação formal e sexual dessas crianças nas escolas.


A proposta representa uma diminuição de 160 milhões de pessoas/2015, embora haja o conceito de raça em extinção - Frank Fenner. O Grupo Fênix coloca a catástrofe de 11 bilhões, em 2040, com as poucas medidas para estabilizar o crescimento populacional num quadro de autodeterminação reprodutiva; lança-se, por conseguinte, a proposta inadiável da paralisação supracitada. Solicita-se, pois, que se proceda à assinatura desse manifesto para que possa ser lido em plenário de Câmaras Municipais, Estaduais e Federais bem como do Senado Federal e apresentada ao Ministério da Saúde e a organismos internacionais.

Obs: Grupo Fênix - 01/09/2014 


A LUA CHEIA DOS MEDIEVAIS ( 1977 )


Era meio dia
A escuridão reinava
Alguém chorando pedia
Mas tudo continuava.

O sol voltou
A catástrofe não chegou
O que o ignorante esperava
A ele não se apresentava.

Por uma coincidência 
Todos lá temeram
Era mais uma experiência
Que lhes aconteceram.



              serrlim709@gmail.com                                                                            


 


METASSUBJETIVISMO  ( 1991 )


O neurocondicionamento sináptico, em sinopse, é genesíaco, normente de mateotecnias, psitacismos e pseudo-concepções.
O abstrato é subjacente à subjetividade. Destarte, sensato é se personalizar pelo empirismo lógico, introspecção e cognoscibilidade, para se harmonizar, mitigar muitos refúgios  pseudo-depressões, coexistindo assim, sem histerias com os enigmas e contingências de nossa subctobjetividade. É imprescindível fazer com que a vida valha-nos algo sensato,
 pois somos como um projeto ambicioso da natureza, mas
 ultra-malogrado. Se não somos aleatórios, sobrevivemos como tal e, por conseguinte, fleumaticamente, devemos pensar e agir, mesmo  por  que  vândalos  e  vesânicos  co-sobrevivem.

Nossa hiperignobilidade vem de nossa sub-irracionalidade que é coerente às neurastenias, histerias coletivas, conflitos, complexos e parvoicielidades. Dizendo-se homo sapiens e agindo literalmente, em paradoxo, torna-se pretensiosa essa quimera. O abstrato é criação mística, não existe per si. Basta ver as contradições para se ver o absurdo. Na inexequibilidade de exegesear o existir, converti-se, intrinsecamente, em nossa primordial perplexidade. A artificialidade é consequência da distância de 
realização instintiva.

A famélica e paliativa dialética ciberneticista humana ao consubstanciar como fulcro de sua supremacia, anomalias abstratas vem nos restringir a suprimibilidades e é quem faz a panignobilidade da espécie.

O imutável óbice generalizado de perpectivas plausíveis e a estagnação em estágio rudimentar de raciocínio lógico são oriundos, em primazia, dos resquícios aleatórios obductos e inconscientes, desencadeados  por apagogia bloqueativa. Ao galgarmos  os píncaros indagativos, como auto-infra-defesas, as hiperanagógicas teodicéias e utopias, incoerentes e desinócuas nos fazem, atingido o climax da estultície, pela exoteriedade introspecto-cógnito-intelectiva, embairmo-nos, ignominiamente, de magnitudes  sintéticas.

Nossa epopéia nos induz por dedução análoga que enexistimos entre reticências ambíguas por ser desaxiomática  nossa enerência a algo transcedental. Daí, indubitável é restringir apaticamente com o nosso hipotético-mecena-sado-masoquista, por nos imprescidírem - sem aquiescência, como se fôssemos títeres ou andróides - dessa malograda e negligenciada existência. Toda ação parece ser um 
refúgio do  nada ... 




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Começo  da  Vida


Sobrevida de entes selvagens.
Absurdamente   pouco   entendemos.
Eis que de repente o todo em metamorfose;
o   encontro   de   alguém  no  começar  a  amar.
 
Afloram-se  noites  insones,  planos  ousados.
O colorir da vida, o transformar do apelo onírico;
um reconhece o outro, descobrindo mimos ingênuos
no ganha-ganha das juras incoerentes de nós dois. 

Prazerosas técnicas - alucinadamente - levam-nos a
absorver  as quase  ilógicas  sensações  momentâneas...
Aquelas que um corpo consegue tolerar em vãs fantasias.
Sentimos   o   prazer   máximo   dessa   efêmera   existência.

Entorpecidos seremos pelos hormônios... Ah, as adrenalinas ! 
Beberei   teus   pensamentos   confusos, adentrarei teu olhar,  respirarei teus delírios.   Fazemos   a   vida  valer  a  pena.
Passamos a fazer da utopia uma bela e diária poesia ...


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Hormônios em Ebulição


Mistura de hormônios  -  borbulhando por nós.   

Ah, exibicionismo! O da feminina insinuação.
Mostra-se ao meu  olhar !  Alegria,  sagacidade.
Basta - me  nela  notar  seus  traços  convidativos.
Seus olhares fazem meus  hormônios borbulharem.          


A animalidade no cio implora prazer.
Flui natural e lentamente ao desejado.
Lembra um sonho egoísta eu estar nela.
Inacreditável   ao  senti-la  tão  em  mim.
Fazê-la  derreter   é   meu   maior   prazer.



Uma eternidade inteira, planejando o forte encontro,
querendo os desejos um do outro, além do tempo.
Sinto seu cheiro, sua pele, sua taquicardia  no  todo.
Perco-me. Esquecendo-me no levar da emoção latente...

O rápido  correr das horas mais parecia um sonho.
Alucinada me beija, me suga, me abraça,  senta em
meu colo de frente e por trás. Masturba-se olhando
no espelho. Me sente profundamente nos interiores.
Não  diz  nada, não me pede nada. Intimidade total.


Duplas  conexões  amorosas.   Intensas  e  duráveis            
nos tocantes mistérios da vida - somados  aos dela.
Alucinante aquele olhar de posse na entrega final.
Colados,   travados   e   externamente   imóveis ...

A troca de massagens hipnotiza cada corpo sedento ...  
Inesquecíveis passeios! Mão   na   mão   aconchegante.
Faltam todas as palavras na tola brincadeira distraída.  
Olhos    nos    olhos,   prazer,   realização,   felicidade ...              

            

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FELICIDADE  


Molhada, assustada, veio chegando... 

Raios  eletrizante,  cortando  os  céus.

Uma   tempestade   acontecia   no   litoral.

Ondas batendo, lambendo o costado rochoso. 


Olhar  hipnótico-empático:  cumplicidade.
kunyasa,   Pompoarismo,   Tantrismo...
Cara  a  cara,  horas  a  fio,  amor  e  paixão ...
Via o delírio dela: surpreendemo-nos!

Meus hormônios   borbulham  por  você.
Um  só  um,  um  só  corpo,  um  só  desejo.
Desejos.    Você    e   eu,     carne    na    carne.
Glande  na  glande,  brincadeiras  intermináveis.
Via   sua   alegria   extasante   pelo   olhar   imóvel. 

Acontecia  o  abraçar,  o  encaixar,  o  devanear.
Seus dedos guiam  os  meus  para  seu  "icebergue".
Paixão    por    meus   atrevidos    dedilhares.
Questionamos a "insaciabilidade" feminina.
Para satisfazermos um ao outro, pesquisamos,
conversamos,  testamos,  testamos,  testamos ...

Desvanecimento  entre  lábios  com  mergulho
na   essência;   vez   por   mim,  vez   por   você.
Sugava-lhe   a   pérola   até   o    delírio   sensual.
Tocava  sua   pele,   sentindo-me  levitar   no   jogo!
Leves movimentos, fortes contrações, ardentes beijos.
Acoplados,  encadeados,  emaranhados,  hormonizados.

A  entrega  silenciosa,  vagarosa...   Simbiose.
Contraía-se em  mim.    Ah,  prazer na valetinha
macia,   quente,   húmida,    lasciva,  mágica !
Dentro de seus universos estrelados me sinto no paraíso.
Insaciável hormonal vontade de satisfazer-nos...

Envolve  todo  meu  corpo  com  suas  intimidades.
Dessa  maneira  vamos   "batizando"  um  ao  outro.
A  satisfação  instintiva  da  reprodução  no  vivencial.
Contraia-se  toda  em  mim,  enquanto  masturbava-se.
Êxtase   e  amor   no  apaixonante   divertir - apimentar.
Dentro de seus universos  estrelados me sinto no  paraíso.


Animais brincando: fusão dos corpos nas sedas.
Amor!  Tocava  cada  parte  de  seu  corpo!
A  ponta  da  língua,  nos  mapas  prazerosos,
rastreava  sabores  internos   nos   formatos.


Amando   no   zênite,   sonhando  com   o   infinito.
Atingimos, delírio dela, o encanto indizível  da  realização
deixando colorido o significado da vida, de vidas, o eternizar. 
Por  fim,  derribados!   Sonhamos   estreitados,   desabraçados.
Sentindo  seu  calor  esterno  e  interno  conheci a  felicidade ...


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ATRAIÇÃO


Sua  alegria  explosiva  me  atrai.
Procura felicidade, razão, prazer.
Se insinua, entregando-se mesmo.
Olhares carinhosos provocam-me.

Me  cativa  com  sorrisos  emocionados.
Brota inesperada surpresa recíproca.
Chorava e  sorria  alucinadamente.
Ilusão da natureza em atividade.

Me atrai até o perfumado bosque.
Escalo  suas  raízes  e  seus  troncos.
Chego em sua caverna, deliciando-me.
Já em seu  topo...  Visual  deslumbrante !

Me procura, me recebe, me alegra.
Sinto seu calor externo e interno.
Quanto prazer em seus vulcões.
Escalo cada labirinto, até os profundos.

Quinhões ultrassensíveis, misteriosos.
Mágicos polos negativos e positivos.
Eletrizantes curtos-circuitos faiscantes. 
Fizemos nossas vidas valerem a pena ...

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Medo de enlouquecer

 

Silenciosa, sorridente, admirada entrega...

É simbiótica, é prazerosa. Felicidade um dia.

Projeto nosso no olhar galanteador, aconchegante.

Dois querendo-se como "filhos um do outro".


Fascinante o cravado fitar do querer mais.
Detalhes dos corpos mapeados para amar.
Ah,   o  desfrute  do  prazer  maior...   Ah !
Até  atingir  as  entranhas   da  alma  solta.

Amor é confiança, é identificação recíproca .
Tatear de mãos carinhosas, meigas, confiantes.
Aprazibilidade ao “sofrer” as reações corporais.
Sinto  realização,   felicidade,    dentro    de   você.
Perpétuo   delírio   físico   atrelado   ao   emocional.

Em meu colo, cara a cara,  masturbava-se.
A  entrega  silenciosa,  vagarosa...  Simbiose.
Contraía-se em   mim.   Ah,  prazer  nos  veios
macios,  quentes,   húmidos,   lascivos,   mágicos.
Insaciável  hormonal  vontade  de  satisfazer-nos ...


Interminável roçar de lábios nos corpos colados.
Deleite máximo extrapolando o  portal  galático.
Melancólicas ausências entre alegres encontros,
colorindo os horizontes com florais e essências.

Amizade ilimitada, incondicional, reconhecida.
Encontramos tempo para a  adoração  mútua.
Os sentidos todos cuidados satisfatoriamente.
Prazer máximo: dormir no acordar amando.
Transformá-lo em uma razão  de  vida-viva.



serrlim709@gmail.com

ALÉM DO DELÍRIO


Chego ! Vejo a porta semi-aberta, adentro...

Encontro-a deleitando-se com vários

acessórios programados anciosa, só, 

contorcia-se graciosamente.

Quedo (-me ) imóvel, atônico ...

que faço agora ?

A expressão sorridente, chamativa

penetrante ... convence-me a participar

da brincadeira erógena.

Seus hormônios visavam o infinito.

Vagarosamente, envolvo-me naquele jogo...

Olhos de tanta entrega, delírio pelo delírio.

Talvez  seja  Amor;  orgia   interminável.

Sem pressa, explorando a tecnologia aumenta

o prazer formatado ... intensos abraços, 

triplicados beijos intermináveis.

A satisfação instintiva da reprodução 

   no   vivencial.

Teus fluidos revigoram a chave da vida.

Extremidades   nervosas   trazem   o

delirar   pleno ...

Acaricio aqueles lábios no território mapeado

tanto externa quanto internamente e com vagar.

Êxtase  e  amor,  no  apaixonante

divertir - apimentar  !!!

ÊXTASE TOTAL


Sonhar com o fluir da terapia sensual.
Sentia as delícias das carícias mais íntimas.
Um  deleite  psicológico  equivalente  ao  físico
num  experimentar  das  posições  inimagináveis.
Sigo, da externa até a interna, cada linha prazerosa.

De olhares profundos vinham  mil beijos  ardorosos.
Observo cada suspiro, cada arrepio, cada espasmo.
Quero, vezes e mais vezes, sua maciez no  delírio.
No  dormir-acordar,   amando  um   ao   outro .
Ter  prazer  em  proporcionar  muito  prazer.

Sentir   o    prazer   mútuo   sem   pressa.
Aquele olhar -perdido no encontro- seduz.
Por fim, o abraço, o consumir, o beijo forte.
Acaricio-a  ...   Mãos  agarrando  as  minhas.
Sem  falar  nas  essências  e  nos   vibradores...

A  intimidade  faz   meu  corpo  levitar  ...
Emocionante  e  excitante  a  espontaneidade.
Brinca ao possuir-me,  ao enlouquecer-me.  Mais!
Satisfazemos um  ao  outro  pelo  menos  fisicamente. 
Sem pensar, apenas sorver, sorver o calor  um  do  outro.
Agachada em meu rosto se deliciava com minhas investidas.


Tanta investida, tanto pedido íntimo:  satisfação.
Vem   dos   tantos  contatos   corporais  duradouros.
Sugava-lhe  a   pérola   até   seu   delírio  sensual.
Leves movimentos, fortes contrações, ardentes beijos.
O   orgasmo   existencial   nos    acompanha .
 Parecíamos embriagados  ou  alucinados,  mas  felizes.
       O tempo, na qualidade-quantidade, traz  a  felicidade.






serrlim709@gmail.com
É, porém, hilariante constatar, para ressarcir as peripécias, pelo menos, uma hipo-susceptibilidade ao letárgico epicurismo.