quarta-feira, 16 de novembro de 2016


Dignidade


Escolher: preso em granja, liberado em selva ou ... ?
Comandados por tais e quais ditadores atuais !
A democracia transformou-se em arena humana.
Nem cogito imaginar quanto ao massificar socialista.

Nas ditaduras: religiões proibidas, banidas.
Vive-se escravizado como se em granja fosse.
Incorporado no capitalismo – o puro misticismo.
Selva asfáltica, reinado do mais forte, do oportunista.

Secularidade na trilha desumana permanente.
Difícil fica imaginar um quê do belo equilíbrio
na minúscula historicidade sem prioridade lógica.
Imigração e terror constatam o existir desplanejado.

As instituições responsáveis pelo bem geral
mais parecem só pensar  em ter, ter e ter,
chegando às raias da destruição ambiental.
A insegurança-individualidade barra a satisfação.

Sair do reforço negativo e desaguar na resiliência,
gerando harmonia e discernimento sem imediatismo.
Apontar os incríveis benefícios acolhedores - gerados
pela união - voltados para o bem maior de todo ser...
                      
                         
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                                    Prioridades 


                              Comandados por 0,1 % de magnatas e, ainda,

amedrontados  por  0,1 % de marginais.


Perpetua-se a imigração até por guerra.

Algo patológico a pairar nos ares faz pensar.


Sacrifícios em demasia pelos filhos...

Tal animalidade abarca o mal maior.

A reprodução mostra-se cruel, irresponsáveis,

  antropofágica em sua continuidade ...


Sem  profilaxias  na  busca   da   sonhada segurança.

Quem importa-se com o outro no bem-estar social ?

O que dizer sobre a  irresponsabilidade  familiar ?

Ainda chamam de - “sagrada” - a família.
                                                      


Socialmente, continuamos na pré-história.
                          
                                 Devemos encontrar o equilíbrio do porvir.
                      
                               Com a Carta Magna chega-se a um equilíbrio.

                            Força resta no contraditório, no finito ...



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segunda-feira, 22 de agosto de 2016


                             




EXISTÊNCIA ILÓGICA
 


 Acordo... Sondando o espelho: existo !

Nascer, perder a zona de conforto e morrer.

Existir ignorando o por quê, o por quem,

                       o até quando. “Nada” sabemos; que vida, hem ?


Nascemos. Tudo ilógico na ciranda vida-morte.

Situações de risco testam-nos... Poupam-nos!

Vivos estamos entre tantos já “desaparecidos”.

Alguns sem nascer; outros sem sobreviver.


Desconhecemos os porquês do existir-morrer.

Faz-se misterioso no confronto com a vida.

Porém, prosseguimos sem medos absurdos ...

De mais a mais, resolve?  É o nada do nada !


Acreditamos no totalmente ilógico.

Desespero pelos mistérios, por coragens tolas.

Sobre o rondar da morte, quedamo-nos pensativos.

Inutilidade, mediocridade, insatisfação excessivas.

  

 Trilhões de vidas surgindo diariamente.

Aparecem tão naturalidade quanto desaparecem.

“Incompreendemos” o “germinar” e também o “fenecer” .

Sem lógica no caos estabelecido ou na lógica do caos ?

  

              Sustos num crescendo: pode-se morrer repentinamente.

A eterna indagação: “E nós? Quando será aquele dia ou momento?”

O tempo escoa-se e nossa hora torna-se iminente.

Logo chega, como a de todos. Desligamo-nos da vida ...

                             
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segunda-feira, 11 de julho de 2016





FELICIDADE


Molhada, assustada, veio chegando.

Uma  tempestade  acontecia  no  litoral.

Ondas batendo, lambendo o costado rochoso;

Raios  eletrizantes,  cortando  os  céus !


Olhar hipnótico e empático, sem preliminares.

Pompoarismo, kunyasa: surpreendemo-nos !

Cara  a  cara,  horas  a  fio, dias  e  noites ...

Sentia o interno, via o delírio dela .


Um só um, um só corpo, um só desejo.

Desejos.  Você  e  eu,  carne  na  carne.

Via a alegria extasiante pelo olhar imóvel.

Tocava sua pele, sentindo-me levitar no jogo !


Acontecia o abraçar, o encaixar, o devanear.

Adentrava seus delírios, seus pensamentos.

Desvanecimento entre lábios: mergulho

na essência; vez por mim, vez por você.


Animais brincando: fusão dos corpos nas sedas.

Amor! Tocava cada parte de seu corpo!

A ponta da língua, nos mapas prazerosos,

rastreava sabores nos formatos.


A entrega silenciosa, vagarosa... Simbiose.

Contraía-se em mim.   Ah, prazer nos veios
macios, quentes, úmidos, lascivos, mágicos!
Sua insaciável vontade de satisfazer-nos...
Nos amamos no zênite, sonhando com o infinito.
Atingimos o encanto indizível da felicidade,
deixando colorido o significado da vida...
Por  fim,  sonhamos  abraçados.


Medo de enlouquecer


Silenciosa, sorridente, admirada entrega...
É simbiótica, é prazerosa. Felicidade um dia.
Projeto nosso no olhar galanteador, aconchegante.
Dois querendo-se como "filhos um do outro".

Fascinante o cravado fitar do querer mais.           
Detalhes dos corpos mapeados para amar.             
Ah, o desfrute do prazer maior... Ah !
Até atingir as entranhas da alma solta.

Amor é confiança, é identificação recíproca .
Tatear de mãos carinhosas, meigas, confiantes.
Aprazibilidade ao “sofrer” as reações corporais.
Perpétuo delírio físico atrelado ao emocional.

Interminável roçar de lábios nos corpos colados.
Deleite máximo extrapolando o portal galático.
Melancólicas ausências entre alegres encontros,     
colorindo os horizontes com florais e essências .

Amizade ilimitada, incondicional, reconhecida.
Os sentidos todos cuidados satisfatoriamente.
Prazer máximo: dormir no acordar amando.
Transformá-lo em uma razão de vida-viva ...

          
                       

Hormônios em Ebulição




Ah, exibicionismo! O da feminina insinuação.


Mostra-se ao meu olhar !  Alegria,  sagacidade.


               Basta-me nela notar seus traços convidativos.
                 
              Olhos nos olhos,  prazer, realização, felicidade ... 

              


A animalidade no cio implora prazer.


                      Flui natural e lentamente ao desejado.


                      Lembra um sonho egoísta eu estar nela.


                      Inacreditável ao senti-la tão em mim.




Uma eternidade inteira, planejando o forte encontro,

querendo os desejos um do outro, além do tempo.

Sinto seu cheiro, sua pele, sua taquicardia no todo.

Perco-me. Esquecendo-me no levar da emoção latente...    


O rápido  correr das horas mais parecia um sonho.

      Duplas  conexões  amorosas.   Intensas  e  duráveis            

           nos tocantes mistérios da vida - somados  aos dela.

Alucinante aquele olhar de posse na entrega final.

                         

           A troca de massagens hipnotiza cada corpo sedento ...  

Inesquecíveis passeios ! Mão na mão aconchegante.

Faltam todas as palavras na tola brincadeira distraída.               

            Mistura de hormônios  -  borbulhando por nós.


                                grupofenix50@hotmail.com

 


                                                        Êxtase Total

Sonhar com o fluir da terapia sensual.
Um deleite psicológico equivalente ao físico
 num  experimentar  das  posições  inimagináveis.
 Sigo, da externa até a interna, cada linha prazerosa.

De olhares profundos  vinham  mil beijos ardorosos.
Observo cada suspiro, cada arrepio, cada espasmo.
Quero, vezes e mais vezes, sua maciez no delírio.
No dormir-acordar, amando um ao outro ... 

Acaricio-a  ...  Mãos  agarrando  as  minhas.
Por fim, o abraço, o consumir, o beijo forte.
 Aquele olhar - perdido no encontro - seduz.
Sentir o prazer mútuo sem pressa.

A  intimidade faz  meu corpo levitar  ...
Emocionante  e  excitante  a  espontaneidade.
Brinca ao possuir-me,  ao enlouquecer-me. Mais !
Sem pensar, apenas sorver, sorver o calor um do outro.

O tempo, na qualidade-quantidade, traz a felicidade .
Vem   dos tantos  contatos  corporais  duradouros .
Tanta investida, tanto pedido íntimo: satisfação .


                                  Exercer controle e obter a prostração lasciva.



Começo  da  Vida

Sobrevida  de  entes  selvagens.
Absurdamente pouco entendemos.
Eis que de repente o todo em metamorfose;

o encontro de alguém no começar a amar.

Afloram-se noites insones, planos ousados.

O colorir da vida, o transformar do apelo onírico;
um reconhece o outro, descobrindo mimos ingênuos
no ganha-ganha das juras incoerentes de nós dois.

Prazerosas técnicas - alucinadamente - levam-nos
a

absorver as quase ilógicas sensações momentâneas...
Aquelas que um corpo consegue tolerar em vãs fantasias.
Entorpecidos seremos pelos hormônios... Ah, as adrenalinas !

Beberei teus pensamentos confusos,
adentrarei teu olhar,  respirarei teus delírios.

Passaremos a fazer da utopia uma bela e diária poesia ...
Amar-te-ei no zênite; sonharemos com o infinito. 


Www.grupofenix50.blogspot.com





 


Além do Delírio   


Chego ! Vejo a porta semiaberta.
Adentro... Encontro-a deleitando-se
com vários “acessórios programados".            
Olhares imploravam por meu aconchego.
Ansiosa, só, contorcia-se graciosamente.
Quedo(me) imóvel, atônito... Que faço agora?                         
A expressão sorridente, chamativa, penetrante                           
convence-me a fazer parte da brincadeira erógena.

Vagarosamente, envolvo-me naquele jogo .

Olhos de tanta entrega: delírio pelo delírio.
Talvez seja amor; com calma, explorando.

Nossos hormônios visavam o infinito ...     
Substituo os acessórios com atenção máxima.
Intensos abraços e triplicados beijos intermináveis.
A satisfação instintiva da reprodução no vivencial.
Fluidos que revigoram a chave da vida !           

Extremidades nervosas trazem o delirar pleno.
        Acaricio aqueles lábios no território mapeado            
tanto externa quanto internamente com vagar.                    
Êxtase e amor no apaixonante divertir - apimentar.
         grupofenix50@hotmail.com

terça-feira, 17 de maio de 2016







Google: abaixo-assinado paralisação temporária da natalidade

 

     

       Sabe-se que o governo-família-indivíduo deve garantir dignidade aos cidadãos. Todavia, a superpopulação apresenta circunstâncias inviabilizadoras, surgindo controles de natalidade a partir das crenças religiosas, “democráticas” e capitalistas. Independente de posições políticas, ideológicas e doutrinárias, o Grupo Fênix propõe uma Paralisação Temporária de Natalidade, idéia baseada nos mais de 7,25 bilhões de humanos, como prioridade social dentro dos Direitos Reprodutivos.

        

       O processo histórico gera documentos como a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, o Estatuto do Idoso, o Novo Código Civil e posturas renovadoras: a Lei das Filipinas/17.01.2013, os contraceptivos, os procedimentos cirúrgicos, as greves femininas de sexo/Togo, os controles de natalidade - Brasil, China, Japão, Índia, Coréia do Sul, a autodeterminação reprodutiva - Hong Kong, Taiwan. Para reestruturar a sociedade, as crianças desamparadas deveriam ser abrigadas pelas instituições. Caso contrário, passaremos a estabelecer um pacto com a desordem dos mais de 7.200.000.000 de humanos, ignorando as teses, os artigos e os programas sobre como regular a fecundação. Conscientizar casais a adotarem filhos, dentro dos parâmetros do cadastro Nacional de Adoção, apresenta-se como saída de relação equilibrada para o coletivo-individual tornar-se viável através da educação formal e sexual dessas crianças nas escolas.

       

         A proposta representa uma diminuição de 160 milhões de pessoas/2015, embora haja o conceito de raça em extinção - Frank Fenner. O Grupo Fênix coloca a catástrofe de 11 bilhões, em 2040, com as poucas medidas para estabilizar o crescimento populacional num quadro de autodeterminação reprodutiva; lança-se, por conseguinte, a proposta inadiável da paralisação supracitada. Solicita-se, pois, que se proceda à assinatura desse manifesto para que possa ser lido em plenário de Câmaras Municipais, Estaduais e Federais bem como do Senado Federal e apresentada ao Ministério da Saúde e a organismos internacionais.

 

 

Obs: Grupo Fênix       -          01/09/2014 

 

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7.000.000.000 de "homo sapiens"
       
  Posturas baseadas no renovar surgem para melhorar nossa qualidade de vida. Torna-se possível desenvolver projetos psicossociais consistentes para começarmos uma historia plausível. Mesmo cientes de termos provocado a crise ética, podemos ousar e processar ideais humanitários que priorizem a dignidade. Ela se tornou indispensável após, por exemplo, a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, em 26/08/1789, base da Declaração Universal dos Direitos Humanos, em 10/12/1948, e da Declaração dos Direitos da Criança, em 20/11/1959 na Assembleia Geral das Nações Unidas. No entanto, para reestruturarmos a atual condição, as crianças sem amparo legal deveriam ser levadas para as sedes das instituições vigentes, laicas ou não, para que, ali, sejam cuidadas devidamente, muito embora o justo fosse que os estimuladores da procriação fossem responsabilizados por 1.000.000.000 de miseráveis e pelos desajustes sociais, ambientais, filosóficos e psicológicos existentes. Caso contrário, estaríamos compactuando com a desordem gerada pela superpopulação de aproximadamente 7.000.000.000 – mais 200.000/dia e/ou 73.000.000/ano ( contabilizadas as mortes ).
          Pensar em “ampliação numérica” de nascituros, quando já estamos com excesso populacional, é atestar uma cretinice singular que dispensa qualquer análise. A ideia de paralisar a natalidade surgiu porque nossa sobrevivência se encontra em um limiar deveras preocupante que bastariam estiagens, chuvas, ventos, frio, calor excessivo, bem como epidemias e grandes guerras, entre outras possibilidades, para nos vermos nas vias de extinção, ainda mais humilhantes que as atuais.
      Parafraseando Schopenhauer, os amantes são traidores por perpetuarem a espécie e, assim, a dor. As famílias e suas crenças religiosas, a decantada democracia e a doutrinação capitalista entrelaçadas geram as histerias históricas e perpetuam as desigualdades pessoais e sociais. Sabe-se que a instituição familiar inviabiliza um equilíbrio social por submeter-se ao individualismo patológico e competitivo pela sobrevivência, a sacrifícios e barbáries a favor da prole, justificando-se, desse modo, a própria vida e a de seu semelhante para perpetuar sua continuidade através dos filhos. Poucos se beneficiam desses embates e formam-se multidões de ressentidos, de reprimidos e de revoltados infiltrados entre os supostamente normais. O que almejamos é que a vida de cada um se revista de dignidade, e, para que isso aconteça com plenitude, faz-se mister que não temamos o novo. Com a contenção da natalidade, não deveremos mais conviver com a fome, a falta de escola e de moradias, ou se convivermos, elas não terão a mesma intensidade.
          Pensar em aumento populacional, neste mundo complexo, problemático e selvagem, significa atestar mediocridade. Porém, com ofertas educacional e profissional adequadas, podemos apresentar projetos com os quais possamos sobreviver com propósito lógico. Indo adiante: a proposta da paralisação da natalidade, sugerida pelo Grupo Fênix, em 1993, para o período de 1996 a 2000, se tivesse sido aproveitada, teria originado uma redução de 250 milhões de indivíduos. Sem novos nascituros, jamais teríamos ultrapassado os 6 bilhões em 2000 e o número teria diminuído para 5,25 bilhões.  Estaríamos, em 2010, com aproximadamente 4,8 bilhões, isto é, 30% ou 2 bilhões a menos de habitantes -  as Américas  e a Europa juntas. Uma das saídas para atenuar tantas mazelas é conscientizar casais a adotarem crianças através do cadastro Nacional de Adoção, que já conta com 29 mil famílias inscritas no Brasil. Segundo a FAO, 17.300/dia crianças morrem por inanição. Por conseguinte, as mesmas poderiam ser adotas antes da ocorrência de tal fato.
      Para estancarmos o enorme crescimento populacional, devemos buscar interromper temporariamente a concepção de vidas; concomitantemente a essa interrupção, estimular pesquisas em todos os setores, visando equilíbrio e benefícios, tanto coletivos quanto individuais. Há dezoito anos que vimos alertando para uma iminente catástrofe mundial, caso nenhuma medida for tomada. Sempre, ao longo desses anos, buscamos  comunicar a vários organismos internacionais sobre a necessidade se tomar medidas para se evitar um mal maior. Para o caso brasileiro, ressaltamos que cuidaremos, sim, das crianças recém-nascidas conforme a Lei nº 8.069/90 de 13/06/1990 - o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Queremos deixar bem claro que essa paralisação supracitada deverá ser posta em prática essencialmente por pessoas conscientes e esclarecidas para que todos a internalizem como necessária, haja vista que, há muito, já se tornou indispensável. Nossas ideias parecem radicais a muitos; entretanto, haveria outra(s) para melhor preencher este vácuo?   

 Obs: Manifesto do Grupo Fênix,       11 / 11 / 2011        grupofenix50@hotmail.com ,  para:          Tribunal Penal Internacional,  Corte Penal Internacional, Estatuto de Roma, OAB, ONU, FNUAP, PNUD, UNICEF, UNIFEM, FAO, UNESCO, OMS, OMM, BM, BID, FMI, BNDES, IBAMA, FUNAI, SSP, IPEA, IBGE, CEDCA, ECA, Congresso Nacional, Ministros, Senadores, Embaixadores, Presidentes de Nações, Greenpeace, WWF, Transparência Brasil, ONGS, Universidade, Partidos Políticos, Congregações Religiosas e outros para tornarmos a vida satisfatória e, conseqüentemente, digna.             www.grupofenix50.blogspot.com